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Escritor Leo Barbosa


PRODUTOS DA PRUDÊNCIA

                                                                                                                       Leo Barbosa

                                                                   (escritorleobarbosa@hotmail.com)

 

                                                                         Produtos da Prudência

 

      A prudência é a condição essencial de todas as virtudes. É o equilíbrio entre o sensato e a insanidade. Se ela não prover, o que é qualidade passa a ser irresponsabilidade. Alguns a desconsideram, pois que mérito há em cuidar da própria saúde? De agir para não causar dano a si próprio? De fato, o que dará valor são as circunstâncias envolvendo o alheio. Notemos que um valor sempre agrega outro, porque pensar no outro, também se constitui um altruísmo. Mas, Sartre disse que “O inferno está cheio de boas intenções”.Podemos chamar de bom senso e assim definir: deliberação disposta sobre o maniqueísmo (o bom e o mal) o qual o homem agirá conforme as suas convicções e/ou horizonte de sentido. O que construirá o caráter de uma pessoa é o desdobramento das conseqüências de suas escolhas. Como agir? Estar a serviço de boa vontade é se unir a inteligência? Não há como generalizar! Nem sempre o nosso bel-prazer está acompanhado dessa inteligência. Santo Tomás enxergou quatro virtudes cardeais que devem ser regidas pela prudência; são: a coragem, a temperança e a justiça, ausente dela essas virtudes seriam inexatas (ainda mais) e cegas. Mais uma vez faz-se nítida a comunicação entre os valores.  A boa decisão fará a boa ação que fará a justiça que provê coragem e a pessoa que decidirá há de ser pacificadora.

     Uma pessoa prudente não é apenas atenciosa ao que acontece, mas ao que pode acontecer, paciência e antecipação são elementos indissociáveis quando falamos do prever e do prover. É necessário maturidade para agir com precaução. Uma criança a princípio não diferencia o mal (o erro) do que pode fazer mal (perigo, dano) ; isso explica, porque muitas crianças são ou serão impertinentes. Observemos se há negligência dos pais para com os filhos.

     Aristóteles disse: “não é possível ser homem de bem sem prudência, nem prudente sem virtude moral”. Um ser imprudente não é apenas perigoso, é também – pelo pouco caso que faz da vida alheia – moralmente condenável. Vejamos o caso do Hacker australiano e criador do site WikiLeaks, Julian Assange, que foi acusado e preso por não utilizar preservativo com as garotas suecas as quais saía. Na Suécia isso é considerado estupro. Nestes tempos de AIDS, e tantas outras DST’S, comportamentos como esse são inadmissíveis do ponto de vista moral. Muito protege quem não prejudica.

    A humanidade deverá compreender o que é prudência se quiser perpetuar. Tomar consciência de que ao jogar um papel, um saco plástico em lugares indevidos estará contribuindo para uma possível catástrofe. Depois culparão Deus. É tão fácil transferir nossa culpa. Construir um edifícios e casas fora dos padrões de segurança e depois dizer que Deus quis que um desmoronamento acontecesse, que chegou a hora de fulano morrer.

  Quanto maior o poder, maior a responsabilidade. Maiores possibilidades darão limites que deverão ser administrados. Também, trabalhemos para não negligenciarmos o ser humano que somos e podemos ser. Com lucidez e humor que nos prescreve – vamos seguir.



Escrito por Leo Barbosa às 12h48
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BEBIDA DERRADEIRA - POEMA INÉDITO!

BEBIDA DERRADEIRA

 

A queixa do coração treme

Transpassado no suspiro

Sem um daqueles sonhos níveos

De quem espera uma festa tranqüila

 

A vez da interrogação suspende

A timidez do passo da paixão

As cinzas estrelares vem

Quando o turno noturno é soturno

 

No verão é mais fácil aquecer a libido

Dos seres bebidos com ardor

Tateantes a procura duma oração

 

Encolho-me nos segredos das palavras

Dela aspiro uma satisfação

De quem não precisa beber para ser feliz.

 

 



Escrito por Leo Barbosa às 16h47
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LENÇOL DOS DIAS - POEMA INÉDITO!!

LENÇOL DOS DIAS

 

A verdade re-volta devota

A cada lençol dos dias

A cada pronúncia das vogais frias

Sem direção o horizonte – mais distante

 

Coisas rasgam os vestígios do não futuro

Aderindo ao presente recente; fagulhas do ontem

Além do tudo conquistando a sombra

Já tão amiga aperta minha mão

Fazendo-me escrever o que os anos lerão.

 



Escrito por Leo Barbosa às 14h42
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POEMA INÉDITO!

MISTÉRIOS DE CRISTAL

 

Ver uma carne viva

É veracidade de difícil carga

Salvar-se será por empenho

Ao dar existência pro futuro

Ser hoje me atrasa....

 

Meu espírito solilóquio

Meu coração sonâmbulo

Meu olhar de cristal

Tudo entranhado, por Deus

 

Posso descansar meu mistério ?

Em breve tornar-se-á âmbar.

Leo Barbosa



Escrito por Leo Barbosa às 06h26
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